Treinamento funcional é alternativa contra monotonia





Quando se cansou da musculação, Patrícia Lacerda decidiu tentar uma nova atividade. Foi assim que começou o treinamento funcional. Manter-se em forma sem a “monotonia” dos aparelhos da academia tem agradado à empresária de 32 anos. Com treinos indoor e outdoor, individual ou em grupo, o método oferece grande variedade de técnicas para quem quer se exercitar sem puxar ferro. É preciso fôlego e disposição, já que a sequência de movimentos é bem intensa e cansativa.

Entre um exercício e outro, um minuto para recuperar o fôlego. O ritmo é acelerado. Os treinos são bem dinâmicos e rápidos, é preciso muito gás para não desistir no meio. E o melhor é que é uma atividade diferente a cada dia, o que deixa bem menos enjoativo.

O que dá a sensação de dinamismo é a variedade de exercícios que podem ser usados no treinamento funcional . Para malhar pernas, por exemplo, podemos usar várias técnicas diferentes.

Ele define bem meu corpo e harmoniza os movimentos. Esse equilíbrio das estruturas corporais é um dos princípios da atividade. Originalmente a atividade foi baseada em práticas de ioga e de lutas marciais. São movimentos mais intensos, que ao mesmo tempo trabalham diversas partes do corpo, e são repetidos inúmeras vezes, tendo como base a respiração.

Diferentemente da musculação, que trabalha pontos específicos do corpo por vez, o treinamento funcional busca integrar todas as partes. Não foca no tríceps, por exemplo. É uma atividade global, trabalha o corpo inteiro. Os exercícios são baseados em movimentos cotidianos. Abaixar, levantar, carregar, pular… São movimentos feitos naturalmente pelo corpo. No treino, usa-se uma sobrecarga para que haja um resultado mais eficaz.

Com a atividade completa, o praticante ganha força, flexibilidade, resistência, potência e agilidade. “Fortalecida, a pessoa tem mais equilíbrio das estruturas musculares, previne lesões, melhora a performance e ganha excelência em movimentos feitos nas atividades diárias, como carregar uma criança no colo, trocar um pneu, subir escadas”, pontua o fisiologista.


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